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Resistencia

22.May 2013
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Pedem não ocultar assassinatos de jornalistas hondurenhos

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Honduras, 12 ago (Prensa Latina) Negar a mão criminosa por trás dos assassinatos a comunicadores convida a incrementar a violência contra o setor, afirmou o panamenho Luis Mario Botello, do Centro Internacional para Jornalistas.

Em uma video-conferência oferecida para profissionais do sindicato na América Latina, o especialista também explicou que em Honduras tem presenciado situações de repórteres assassinados recentemente, onde se oculta a mão criminosa e o contexto em que ocorreu a morte.

"Na maioria dos casos a polícia associa a morte a uma tentativa de roubo, e isto tem uma mensagem contraditório que fomenta maiores ataques" expressou o conferencista.

Botello também abordou o tema da segurança e as estratégias na cobertura de temas como narcotráfico e crime organizado, áreas onde muitos jornalistas terminam ameaçados pelas quadrilhas.

Para o expositor, Honduras é o país que mais deterioramento tem sofrido quanto à segurança dos comunicadores, seguido por Paraguai e Guatemala.

No entanto, destacou Brasil, México e Colômbia como os mais perigosos para o exercício do jornalismo no continente.

Durante a conferência, o moderador perguntou aos participantes se tinham-se sentido ameaçados durante alguma cobertura. 74 por cento respondeu afirmativamente.

arc/yea/bj

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