Honduras, 12 ago (Prensa Latina) Negar a mão criminosa por trás dos assassinatos a comunicadores convida a incrementar a violência contra o setor, afirmou o panamenho Luis Mario Botello, do Centro Internacional para Jornalistas.
"Na maioria dos casos a polícia associa a morte a uma tentativa de roubo, e isto tem uma mensagem contraditório que fomenta maiores ataques" expressou o conferencista.
Botello também abordou o tema da segurança e as estratégias na cobertura de temas como narcotráfico e crime organizado, áreas onde muitos jornalistas terminam ameaçados pelas quadrilhas.
Para o expositor, Honduras é o país que mais deterioramento tem sofrido quanto à segurança dos comunicadores, seguido por Paraguai e Guatemala.
No entanto, destacou Brasil, México e Colômbia como os mais perigosos para o exercício do jornalismo no continente.
Durante a conferência, o moderador perguntou aos participantes se tinham-se sentido ameaçados durante alguma cobertura. 74 por cento respondeu afirmativamente.
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